Fogo avança no interior do AM e ameaça Fazenda da Esperança em Parintins
Um incêndio florestal que começou na terça-feira (3) continua ameaçando a Fazenda da Esperança, na região de Vila Amazônia, zona rural de Parintins, no interior do Amazonas. Nesta quinta-feira (5), terceiro dia de combate às chamas, voluntários, pessoas acolhidas pela instituição e padres se mobilizam para tentar conter o fogo, que avança pela floresta.
A Fazenda da Esperança é uma unidade ligada à Igreja Católica que está em construção na região. O espaço será destinado ao acolhimento e à recuperação de pessoas em situação de dependência química.
De acordo com apuração da Rede Amazônica, o incêndio ganhou grandes proporções na terça-feira e continua fora de controle. O Corpo de Bombeiros esteve no local para ajudar no combate, mas as equipes ainda enfrentam dificuldades para conter as chamas.
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A coordenação da Fazenda da Esperança afirma que faltam equipamentos e pessoal para controlar o incêndio. Por isso, pede reforço no combate, inclusive com o uso de aeronaves do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) para lançar água sobre a área atingida.
Ibama reforça combate ao fogo
A base do Ibama em Parintins recebeu reforço de aeronaves usadas no combate a incêndios florestais. Agora, sete aviões atuam na região.
Segundo a Superintendência do Ibama, mais brigadistas e veículos também devem ser enviados ao município para reforçar as equipes que tentam conter o avanço do fogo.
Fumaça afeta qualidade do ar em Parintins
Além de ameaçar a área rural, os incêndios também afetam a população de Parintins por causa da fumaça.
De acordo com o monitoramento do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), 19 focos de incêndio foram registrados no município na quarta-feira (4). Alguns deles já estavam ativos havia semanas.
Na manhã desta quinta-feira (5), o Sistema Eletrônico de Vigilância Ambiental (Selva), da Universidade do Estado do Amazonas (UEA), apontou qualidade do ar muito ruim no município. Na região central de Parintins, o índice chegou a 111,3. Em Vila Amazônia, a medição foi de 104.
Por causa da fumaça, as instituições públicas de ensino continuam com as atividades suspensas. A retomada das aulas depende da melhora da qualidade do ar.
Um incêndio florestal que começou na terça-feira (3) continua ameaçando a Fazenda da Esperança, na região de Vila Amazônia, zona rural de Parintins, no interior do Amazonas. Nesta quinta-feira (5), terceiro dia de combate às chamas, voluntários, pessoas acolhidas pela instituição e padres se mobilizam para tentar conter o fogo, que avança pela floresta.
A Fazenda da Esperança é uma unidade ligada à Igreja Católica que está em construção na região. O espaço será destinado ao acolhimento e à recuperação de pessoas em situação de dependência química.
De acordo com apuração da Rede Amazônica, o incêndio ganhou grandes proporções na terça-feira e continua fora de controle. O Corpo de Bombeiros esteve no local para ajudar no combate, mas as equipes ainda enfrentam dificuldades para conter as chamas.
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A coordenação da Fazenda da Esperança afirma que faltam equipamentos e pessoal para controlar o incêndio. Por isso, pede reforço no combate, inclusive com o uso de aeronaves do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) para lançar água sobre a área atingida.
Ibama reforça combate ao fogo
A base do Ibama em Parintins recebeu reforço de aeronaves usadas no combate a incêndios florestais. Agora, sete aviões atuam na região.
Segundo a Superintendência do Ibama, mais brigadistas e veículos também devem ser enviados ao município para reforçar as equipes que tentam conter o avanço do fogo.
Fumaça afeta qualidade do ar em Parintins
Além de ameaçar a área rural, os incêndios também afetam a população de Parintins por causa da fumaça.
De acordo com o monitoramento do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), 19 focos de incêndio foram registrados no município na quarta-feira (4). Alguns deles já estavam ativos havia semanas.
Na manhã desta quinta-feira (5), o Sistema Eletrônico de Vigilância Ambiental (Selva), da Universidade do Estado do Amazonas (UEA), apontou qualidade do ar muito ruim no município. Na região central de Parintins, o índice chegou a 111,3. Em Vila Amazônia, a medição foi de 104.
Por causa da fumaça, as instituições públicas de ensino continuam com as atividades suspensas. A retomada das aulas depende da melhora da qualidade do ar.
Fonte: G1 Amazonas






